Produtividade

Do Brasil para o Vale do Silício

O caminho para o sucesso no Vale do Silício, é, assim como em Hollywood, muitas vezes sem glamour. As empresas do Vale do Silício possuem tantos fãs apaixonados que uma indústria de turismo tecnológico foi construída em torno das empresas que tantos amam. E, assim como em Hollywood, jovens talentosos vêm para o vale na esperança que essas empresas os descubram e deem uma chance. Julia Figueiredo foi uma delas.

Como estudante na Universidade da Califórnia em Berkeley, cursando uma pós-graduação em finanças, Julia confiava no Evernote como ferramenta essencial para seus estudos. O Evernote estava ao lado dela desde que se mudou de Belo Horizonte e durante seu ano na UC Berkeley. Ele esteve com ela durante seus primeiros passos em uma incubadora de tecnologia. Finalmente, ele a colocou no caminho para o emprego dos sonhos no Vale do Silício – na Evernote.

Ao lado das sedes monolíticas e brilhantes de empresas como Google, Intel e Facebook, prédios de escritórios comuns abrigam startups com apenas alguns funcionários. Incubadoras tecnológicas (organizações que ajudam empresas iniciantes a se tornarem startups), dividem espaço com consultórios de dentistas e corretoras de seguros. É ali que a próxima onda de talento tecnológico de ponta pode ser encontrado.

Foi em uma incubadora tecnológica de respeito, longe dos olhares admiradores dos turistas, que Julia evangelizava o Evernote. Ela mostrava a seus colegas de trabalho como ele é útil para equipes de negócios, mostrando alguns dos recursos que usava durante anos.

Sua dedicação ao Evernote fez com que um dos seus clientes falasse com ela sobre uma oferta de emprego que havia visto: a Evernote estava procurando uma pessoa para ajudar com os esforços de marketing para o Brasil. “Acho que você seria perfeita para isso,” disse o cliente. “Afinal, comecei a usar o Evernote por sua causa!”

Julia era brasileira. Ela tinha experiência em tecnologia. Era uma ávida usuária do Evernote. Mas para Julia, isso não era suficiente para fechar o negócio. Ela fez o que heavy users fazem naturalmente: ela se organizou.

Primeiro passo: Pesquise sobre a empresa

“Criei um caderno chamado “Emprego Evernote” para poder reunir todas as informações que precisaria durante o processo de entrevista,” lembra Julia. “A primeira coisa que adicionei ao caderno foi a descrição do emprego.”

DICA ESPECIAL: Você sabia que o Evernote pode arquivar automaticamente uma nota no caderno certo pra você? Confira o Arquivamento Inteligente Evernote.

Depois disso, Júlia focou na empresa. Ela pesquisou tudo que conseguiu encontrar sobre o lado corporativo da Evernote. Depois, usou o Evernote Web Clipper para colocar estes artigos no seu caderno para consultas futuras. “Eu olhei o site, mas não parei por aí,” ela diz. “Eles têm canais no YouTube, blogs em inglês e português (e outras línguas) Facebook, Twitter, LinkedIn, e perfis no Glassdoor. Eu assisti vários vídeos do CEO,” disse rindo.

Segundo passo: Aprenda Tudo Sobre o Produto

Julia usava o Evernote todos os dias, mas uma das coisas que ela gostava mais era como ele se adequava naturalmente em sua vida. Mas ela conhecia todos os seus recursos? Sabia porque gostava mais de algumas partes do que de outras? Tinha ideias sobre como melhorá-lo a partir de uma perspectiva de cliente? Poderia descrever histórias sobre como o usava de maneira eficaz? “Não basta dizer que você é um usuário feroz,” Julia diz, “você precisa ser capaz de provar.” Ela reviu tudo que sabia, e criou uma nota para si mesma para consultar caso precisasse.

Terceiro passo: Entre em contato com as pessoas

Com pessoas talentosas chovendo sobre o Vale do Silício toda semana, Julia sabia que a competição seria selvagem, mesmo para um emprego para o qual ela sabia que era perfeita. Ser a pessoa “certa” para um emprego no Vale do Silício é algo comum. São os diferenciais que conquistam as vagas. Por isso, Julia fez uma pesquisa minuciosa no LinkedIn de todas as pessoas na equipe de contratação, então sabia algo sobre cada um deles quando os encontrou cara a cara.

Ela também entrou em contato com pessoas dentro da empresa – incluindo a pessoa que iria substituir – para reunir o máximo de informação possível. Ela ficou sabendo sobre eventos públicos que a Evernote iria realizar ou participar, e apareceu neles. “Por exemplo,” ela diz, “o Gerente Geral da Evernote para América Latina estava palestrando em uma conferência, e fui ouvir o que ele tinha a dizer.” Ela também conheceu outros membros da equipe lá e em outros eventos.

Quarto passo: Ensaie a entrevista

“Antes mesmo de ter uma entrevista cara a cara, usei o Evernote para criar uma nota com mais de 30 perguntas possíveis que eles poderiam fazer. Anotei todas as respostas, para que elas viessem naturalmente durante a entrevista.”

O cargo de Julia na incubadora tecnológica não durou muito. Graças à sua sólida preparação, paixão verdadeira pelo produto, e intenção clara de conseguir o emprego, Julia deixou aquela impressão diferencial que o Evernote busca, e mais de um ano depois, ela era a voz do Evernote no Brasil. Agora, ela é a gerente parceira global de marketing do Evernote.

Em novembro, Julia retornou ao Brasil para o CASE 2016, a maior conferência para empreendedores e startups na América Latina representando o sucesso do Evernote na região. Ela também serviu como intérprete do CEO Chris O’Neill enquanto ele fez a palestra principal do palco mundial. Com uma responsabilidade tão grande, como ela organizou tudo isso?

“Com o Evernote, é claro,” ela diz.

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